Brasil é um dos maiores riscos do mundo em 2016, diz eurasia
A crise política e econômica deve piorar ao longo de 2016. Ao contrário das esperanças de alguns comentaristas e atores do mercado, a batalha do impeachment de Rousseff no começo do ano não deve terminar o impasse político.
O problema é que se Dilma sobreviver no cargo, provavelmente não terá cacife para aprovar as reformas necessárias para conter o déficit público, além de continuar vulnerável aos efeitos da Lava Jato e da investigação sobre o ex-presidente Lula.
A briga pelo impeachment exigirá da presidente acenos a sua base de esquerda - o que explica a nomeação de Nelson Barbosa para o Ministério da Fazenda e tende ao enfraquecimento do ímpeto por corte de gastos.Caso Dilma caia e Temer assuma (o que a Eurasia considera menos provável) poderia haver um otimismo inicial no setor privado, com apelo pela união nacional, apoio do PSDB e sugestão de reformas.
Veja quais são os 10 maiores riscos internacionais para 2016 segundo o Eurasia Group:
1. O esvaziamento da aliança transatlântica entre Estados Unidos e Europa
2. O fechamento da Europa em si mesma
3. O impacto da desaceleração da China
4. A ameaça do Estado Islâmico e seus "amigos"
5. Discórdia e instabilidade na Arábia Saudita
6. A entrada de atores importantes do mundo tecnológico no mundo político
7. Líderes imprevisíveis como Vladimir Putin (Rússia) e Taryp Erdogan (Turquia)
8. Crise no Brasil
9. Menos eleições (e, portanto, oportunidades de mudança) em mercados emergentes
10. Turquia
A crise política e econômica deve piorar ao longo de 2016. Ao contrário das esperanças de alguns comentaristas e atores do mercado, a batalha do impeachment de Rousseff no começo do ano não deve terminar o impasse político.
O problema é que se Dilma sobreviver no cargo, provavelmente não terá cacife para aprovar as reformas necessárias para conter o déficit público, além de continuar vulnerável aos efeitos da Lava Jato e da investigação sobre o ex-presidente Lula.
A briga pelo impeachment exigirá da presidente acenos a sua base de esquerda - o que explica a nomeação de Nelson Barbosa para o Ministério da Fazenda e tende ao enfraquecimento do ímpeto por corte de gastos.Caso Dilma caia e Temer assuma (o que a Eurasia considera menos provável) poderia haver um otimismo inicial no setor privado, com apelo pela união nacional, apoio do PSDB e sugestão de reformas.
Veja quais são os 10 maiores riscos internacionais para 2016 segundo o Eurasia Group:
1. O esvaziamento da aliança transatlântica entre Estados Unidos e Europa
2. O fechamento da Europa em si mesma
3. O impacto da desaceleração da China
4. A ameaça do Estado Islâmico e seus "amigos"
5. Discórdia e instabilidade na Arábia Saudita
6. A entrada de atores importantes do mundo tecnológico no mundo político
7. Líderes imprevisíveis como Vladimir Putin (Rússia) e Taryp Erdogan (Turquia)
8. Crise no Brasil
9. Menos eleições (e, portanto, oportunidades de mudança) em mercados emergentes
10. Turquia